terça-feira, 14 de agosto de 2012

Conclusão


Conclusão
Ao concluirmos o trabalho nosso grupo pode ver com é importante conversar com os pais, não começar uma vida sexual cedo e se começar usar preservativos. Se tudo isso não acontecer se não se prevenir e por um acaso engravidar vai ter que ter todo o apoio necessário durante e depois da gravidez.A gravidez precoce trás vários riscos tanto para o bebê quanto para a mãe para o bebê pois quando receber a noticia que esta grávida a mãe pode querer abortar o bebê e para a mãe pois ela pode ter complicações durante a gravidez.A gravidez precoce traz grande problema um exemplo é uma mãe grávida com 13 anos vai faltar aula para ir ao medico para  ver como esta o bebê e o preconceito que vai sofrer,e como muitas vezes o pai da criança não que assumir e quando tiver o bebê a mãe pode as vezes vai ter que faltar aula para cuidar do bebê,por esses motivos é muito importante ter o apoio de todos os envolvido com a mãe e o pai para ajudar a cuidar do bebê.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Reportagem sobre gravidez precoce



GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA 
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9MUfkD4v0MUkoNjzkCrkt0v6DLgIEAevUTgRSNqu6i2IHLZZM7AfEjnUZbjLGB2d1Rcne7Xf4KJCNa4T9ZSVNNOFNENZXGR-FuhJJSadgv2MxwzKdZ3VhoZQlwpKD6CInukQnS0ZoHyTF/s1600/gravidez-na-adolescencia.jpg
A gravidez precoce é uma das ocorrências mais preocupantes relacionadas à sexualidade da adolescência, com sérias conseqüências para a vida dos adolescentes envolvidos, de seus filhos que nascerão e de suas famílias.
A incidência de gravidez na adolescência está crescendo e, nos EUA, onde existem boas estatísticas, vê-se que de 1975 a 1989 a porcentagem dos nascimentos de adolescentes grávidas e solteiras aumentou 74,4%. Em 1990, os partos de mães adolescentes representaram 12,5% de todos os nascimentos no país. Lidando com esses números, estima-se que aos 20 anos, 40% das mulheres brancas e 64% de mulheres negras terão experimentado ao menos 1 gravidez nos EUA .
No Brasil a cada ano, cerca de 20% das crianças que nascem são filhas de adolescentes, número que representa três vezes mais garotas com menos de 15 anos grávidas que na década de 70, engravidam hoje em dia (Referência). A grande maioria dessas adolescentes não tem condições financeiras nem emocionais para assumir a maternidade e, por causa da repressão familiar, muitas delas fogem de casa e quase todas abandonam os estudos.
A Pesquisa Nacional em Demografia e Saúde, de 1996, mostrou um dado alarmante; 14% das adolescentes já tinhas pelo menos um filho e as jovens mais pobres apresentavam fecundidade dez vezes maior. Entre as garotas grávidas atendidas pelo SUS no período de 1993 a 1998, houve aumento de 31% dos casos de meninas grávidas entre 10 e 14 anos. Nesses cinco anos, 50 mil adolescentes foram parar nos hospitais públicos devido a complicações de abortos clandestinos. Quase três mil na faixa dos 10 a 14 anos.
Segundo Maria Sylvia de Souza Vitalle e Olga Maria Silvério Amâncio, da UNIFESP, quando a atividade sexual tem como resultante a gravidez, gera conseqüências tardias e a longo prazo, tanto para a adolescente quanto para o recém-nascido. A adolescente poderá apresentar problemas de crescimento e desenvolvimento, emocionais e comportamentais, educacionais e de aprendizado, além de complicações da gravidez e problemas de parto. É por isso que alguns autores considerem a gravidez na adolescência como sendo uma das complicações da atividade sexual.
Ainda segundo essas autoras, o contexto familiar tem uma relação direta com a época em que se inicia a atividade sexual. As adolescentes que iniciam vida sexual precocemente ou engravidam nesse período, geralmente vêm de famílias cujas mães se assemelharam à essa biografia, ou seja, também iniciaram vida sexual precoce ou engravidaram durante a adolescência
O comportamento sexual do adolescente é classificado de acordo com o grau de seriedade. Vai desde o "ficar" até o namorar. "Ficar" é um tipo de relacionamento íntimo sem compromisso de fidelidade entre os parceiros. Num ambiente social (festa, barzinho, boate) dois jovens sentem-se atraídos, dançam conversam e resolvem ficar juntos aquela noite. Nessa relação podem acontecer beijos, abraços, colar de corpos e até uma relação sexual completa, desde que ambos queiram. Esse relacionamento é inteiramente descompromissado, sendo possível que esses jovens se encontrem novamente e não aconteça mais nada entre eles de novo (veja Hábito de Ficar Com....).
Em bom número de vezes o casal começa "ficando" e evoluem para o namoro. No namoro a fidelidade é considerada muito importante. O namoro estabelece uma relação verdadeira com um parceiro sexual. Na puberdade, o interesse sexual coincide com a vontade de namorar e, segundo pesquisas, esse despertar sexual tem surgido cada vez mais cedo entre os adolescentes (veja Adolescência e Puberdade). O adolescente, impulsionado pela força de seus instintos, juntamente com a necessidade de provar a si mesmo sua virilidade e sua independente determinação em conquistar outra pessoa do sexo oposto, contraria com facilidade as normas tradicionais da sociedade e os aconselhamentos familiares e começa, avidamente, o exercício de sua sexualidade. 
Há uma corrente bizarra de pensamento que pretende associar progresso, modernidade, permissividade e liberalidade, tudo isso em meio à um caldo daquilo que seria desejável e melhor para o ser humano. Quem porventura ousar se contrapor à esse esquema, corre o risco de ser rotulado de retrógrado. As pessoas de bom senso silenciam diante da ameaça de serem tidas por preconceituosas, interessando à cultua modernóide desenvolver um cegueira cultural contra um preconceito ainda maior e que não se percebe; aquele que aponta contra pessoas cautelosas e sensatas, os chamados "conservadores", uma espécie acanhada de atravancador do progresso. 
As atitudes das pessoas são, inegavelmente, estimuladas e condicionadas tanto pela família quanto pela sociedade. E a sociedade tem passado por profundas mudanças em sua estrutura, inclusive aceitando "goela abaixo" a sexualidade na adolescência e, conseqüentemente, também a gravidez na adolescência. Portanto, à medida em que os tabus, inibições, tradições e comportamentos conservadores estão diminuindo, a atividade sexual e a gravidez na infância e juventude vai aumentando. 
                       Adolescência e Gravidez
A adolescência implica num período de mudanças físicas e emocionais considerado, por alguns, um momento de conflitivo ou de crise. Não podemos descrever a adolescência como simples adaptação às transformações corporais, mas como um importante período no ciclo existencial da pessoa, uma tomada de posição social, familiar, sexual e entre o grupo.
A puberdade, que marca o início da vida reprodutiva da mulher, é caracterizada pelas mudanças fisiológicas corporais e psicológicas da adolescência. Uma gravidez na adolescência provocaria mudanças maiores ainda na transformação que já vinha ocorrendo de forma natural. Neste caso, muitas vezes a adolescente precisaria de um importante apoio do mundo adulto para saber lidar com esta nova situação.
Porque a adolescente fica grávida é uma questão muito incômoda aos pesquisadores. São boas as palavras de Vitalle & Amâncio (idem), segundo as quais a utilização de métodos anticoncepcionais não ocorre de modo eficaz na adolescência, inclusive devido a fatores psicológicos inerentes ao período da adolescência. A adolescente nega a possibilidade de engravidar e essa negação é tanto maior quanto menor a faixa etária.
A atividade sexual da adolescente é, geralmente, eventual, justificando para muitas a falta de uso rotineiro de anticoncepcionais. A grande maioria delas também não assume diante da família a sua sexualidade, nem a posse do anticoncepcional, que denuncia uma vida sexual ativa. Assim sendo, além da falta ou má utilização de meios anticoncepcionais, a gravidez e o risco de engravidar na adolescente podem estar associados a uma menor auto-estima, à um funcionamento familiar inadequado, à grande permissividade falsamente apregoada como desejável à uma família moderna ou à baixa qualidade de seu tempo livre. De qualquer forma, o que parece ser quase consensual entre os pesquisadores, é que as facilidades de acesso à informação sexual não tem garantido maior proteção contra doenças sexualmente transmissíveis e nem contra a gravidez nas adolescentes.
Uma vez constatada a gravidez, se a família da adolescente for capaz de acolher o novo fato com harmonia, respeito e colaboração, esta gravidez tem maior probabilidade de ser levada a termo normalmente e sem grandes transtornos. Porém, havendo rejeição, conflitos traumáticos de relacionamento, punições atrozes e incompreensão, a adolescente poderá sentir-se profundamente só nesta experiência difícil e desconhecida, poderá correr o risco de procurar abortar, sair de casa, submeter-se a toda sorte de atitudes que, acredita, “resolverão” seu problema.O bem-estar afetivo da adolescente grávida é muito importante para si própria, para o desenvolvimento da gravidez e para a vida do bebê. A adolescente grávida, principalmente a solteira e não planejada, precisa encarar sua gravidez a partir do valor da vida que nela habita, precisa sentir segurança e apoio necessários para seu conforto afetivo, precisa dispor bastante de um diálogo esclarecedor e, finalmente, da presença constante de amor e solidariedade que a ajude nos altos e baixos emocionais, comuns na gravidez, até o nascimento de seu bebê.
Mesmo diante de casamentos ocorridos na adolescência de forma planejada e com gravidez também planejada, por mais preparado que esteja o casal, a adolescente não deixará de enfrentar a somatória das mudanças físicas e psíquicas decorrentes da gravidez e da adolescência.
A gravidez na adolescência é, portanto, um problema que deve ser levado muito a sério e não deve ser subestimado, assim como deve ser levado a sério o próprio processo do parto. Este pode ser dificultado por problemas anatômicos e comuns da adolescente, tais como o tamanho e conformidade da pelve, a elasticidade dos músculos uterinos, os temores, desinformação e fantasias da mãe ex-criança, além dos importantíssimos elementos psicológicos e afetivos possivelmente presentes.
Para se ter idéia das intercorrências emocionais na gravidez de adolescentes, em trabalho apresentado no III Fórum de Psiquiatria do Interior Paulista, em 2000, Gislaine Freitas e Neury Botega mostraram que, do total de adolescentes grávidas estudadas na Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba, foram encontrados: casos de Ansiedade em 21% delas, assim como 23% de Depressão. Ansiedade junto com Depressão esteve presente em 10%.
Importantíssima foi a incidência observada para a ocorrência de ideação suicida, presente 16% dos casos, mas, não encontraram diferenças nas prevalências de depressão, ansiedade e ideação suicida entre os diversos trimestres da gravidez. Tentativa de suicídio ocorreu em 13% e a severidade da ideação suicida associação significativa com a severidade depressão.
Procurando conhecer algumas outras características da população de adolescentes grávidas como estado civil, escolaridade, ocupação, menarca, atividades sexuais, tipo de parto, número de gestações e realização de pré-natal, Maria Joana Siqueira  refere alguns números interessantes.




Números interessantes da Gravidez na Adolescência
Porcentagem de grávidas entre 16 e 17 anos
84%
Primigestas (primeira gestação)
75%
Freqüentaram o pré-natal
95%
Tiveram parto normal
68%
Menarca (1a. menstruação) entre os 11 e 12 anos
52%
Não utilizavam nenhum método contraceptivo
56%
Usavam camisinha às vezes
28%
Utilizavam a pílula
16%
A primeira relação sexual ocorreu*:
até os 13 anos
10%
entre 14 e 16 anos
27%
entre 17 e 18 anos
18%
entre 19 e 25 anos
17%
depois dos 25 anos
2%
*- Referência  
   Ideação Suicida em Adolescentes Grávidas
Gisleine Vaz Scavacini de Freitas e Neury José Botega (Unicamp) têm um estudo sobre ideação de suicídio em adolescentes grávidas. Estudaram 120 adolescentes grávidas (40 de cada trimestre gestacional), com idades variando entre 14 e 18 anos, atendidas em serviço de pré-natal da Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba.
Do total dos sujeitos, foram encontrados: casos de ansiedade em 25 (21 %); casos de depressão em 28 (23%). Desses, 12 (10%) tinham ansiedade e depressão. Ideação suicida ocorreu em 19 (16%) das pacientes. Não foram encontradas diferenças nas prevalências de depressão, ansiedade e ideação suicida nos diversos trimestres da gravidez. 
As tentativas de suicídio anteriores ocorram em 13% das adolescentes grávidas. A severidade dessas tentativas de suicídio teve associação significativa com o grau da depressão, bem como com o estado civil da pacientes (solteira sem namorado).

OBS- Se não tiverem condições de criar o filho ou os país não aceitarem não faça como uma louca que colocou o bebe no lixo ou rebolou no rio ou jogou no quintal da vizinha dê a adoção tem tantos casais que querem ter filhos e não podem iriam ficar tão felizes com uma criança
Imagens-
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http://nickmartins.com.br/atualidades/wp-content/uploads/2010/09/gravidez-precoce.jpg
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video sore gravidez precoce

http://www.youtube.com/watch?v=dUgDp6O5Biw

domingo, 12 de agosto de 2012

Imagem sobre gravidez precoce


Gravidez precoce um drama real

Gravidez na adolescência, como o próprio nome define, consiste na gravidez de uma adolescente. Considera-se gravidez na adolescência a gestação ocorrida em jovens de até 21 anos que encontram-se, portanto, em pleno desenvolvimento dessa fase da vida – a adolescência.

Esse tipo de gravidez em geral não foi planejada nem desejada e acontece em meio a relacionamentos sem estabilidade. No Brasil os números são alarmantes.

Cabe destacar que a gravidez precoce não é um problema exclusivo das meninas. Não se pode esquecer que embora os rapazes não possuam as condições biológicas necessárias para engravidar, um filho não é concebido por uma única pessoa. E se é à menina, que cabe a difícil missão de carregar no ventre, o filho, durante toda a gestação, de enfrentar as dificuldades e dores do parto e de amamentar o rebento após o nascimento, o rapaz não pode se eximir de sua parcela de responsabilidade. Por isso, quando uma adolescente engravida, não é apenas a sua vida que sofre mudanças. O pai assim como as famílias de ambos também passa pelo difícil processo de adaptação a uma situação imprevista e inesperada.

sábado, 11 de agosto de 2012

Noticia sobre gravidez precoce


Sexo precoce? Gravidez precoce?

http://profared.files.wordpress.com/2008/07/gravidez_na_adolescencia.jpg
Publicado por: profa red em: julho 6, 2008 
Gravidez Precoce ( do Editorial da Folha de São Paulo )
AS BRASILEIRAS estão fazendo sexo cada vez mais novas. A recém-divulgada Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher, realizada por encomenda do Ministério da Saúde, mostra que, em 2006, 32,6% das jovens diziam ter tido a primeira relação aos 15 anos ou antes. Em 1996, esse índice atingia apenas 11,5%. É um aumento de quase três vezes.
Tal dado, embora possa deixar alguns pais em desassossego, não é motivo para grande preocupação. Comparações internacionais como as periodicamente realizadas pelo instituto Guttmacher mostram que não há uma correlação fatídica entre níveis de atividade sexual e as complicações que se desejam evitar, como a gravidez não-planejada e as doenças venéreas.
Pelo menos nas nações mais desenvolvidas, a idade em que as garotas têm sua primeira relação sexual e a freqüência com que se dedicam à atividade variam pouco. Já as taxas de gravidez precoce e aborto são as mais díspares possíveis. Nos EUA, por exemplo, ocorrem 53 nascimentos anuais por grupo de mil jovens entre 15 e 19 anos, contra 5 na Suíça e na Dinamarca e 4 no Japão.
Nessas estatísticas do Fundo de População da ONU, relativas a 2002, o Brasil aparece com 73 nascimentos por milhar de meninas, bem longe do campeão Níger, que ostenta 233.
São vários os fatores que determinam tais diferenças. O mais poderoso deles, que rasga um fosso entre as nações mais ricas e as em desenvolvimento, são os anos de escolaridade. Mesmo no Brasil, que não é nenhum Níger, meninas com mais de 12 anos de estudo têm seu primeiro filho com 26 anos, contra 19 das que só contam com 3 anos de instrução. A educação ainda é o melhor contraceptivo.
Outro elemento relevante para evitar as complicações do sexo é o fácil acesso a preservativos e outros meios de evitar filhos bem como a serviços de saúde reprodutiva. Em suas análises, o instituto Guttmacher destaca ainda a aceitação social da atividade sexual de jovens. O problema não reside em fazer sexo, mas sim em deixar de fazê-lo de forma responsável.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0607200802.htm
……………………………………………………………….
A adolescência caracteriza-se por ser um período de descoberta do mundo, dos grupos de amigos, de uma vida social mais ampla. Assim, a gravidez pode vir a interromper, na adolescente, esse processo de desenvolvimento próprio da idade, fazendo-a assumir responsabilidades e papéis de adulta antes da hora, já que dentro em pouco se verá obrigada a dedicar-se aos cuidados maternos.
O prejuízo é duplo: nem adolescente plena, nem adulta inteiramente capaz. A adolescência é também uma fase em que a personalidade da jovem está se formando e, por isso mesmo, é naturalmente instável. Hoje, os meninos e meninas entram na adolescência cada vez mais cedo. O início da ejaculação e da menstruação indicam que eles estão começando a sua vida fértil, isto é, que chegaram àquela fase da vida em que são capazes de procriar.
- Repercussões da gravidez na adolescência:
Ao engravidar, a jovem tem de enfrentar, paralelamente, tanto os processos de transformação da adolescência como os da gestação. Isto, nesta fase, representa uma sobrecarga de esforços físicos e psicológicos tão grande que para ser bem suportada necessitaria apoiar-se num claro desejo de tornar-se mãe. Porém, geralmente não é o que acontece: as jovens se assustam e angustiam-se ao constatar que lhes aconteceu algo imprevisto e indesejado. Só este fato torna necessário que seja alvo de cuidados materiais e médicos apropriados, de solidariedade humana e amparo afetivo especiais. A questão é que, na maioria dos casos, essas condições também não existem. Muitas vezes, a dificuldade de contar o fato para a família ou até mesmo constatar a gravidez faz com que as adolescentes iniciem tardiamente o pré-natal? O que possibilita a ocorrência de complicações e aumento do risco de terem bebês prematuros e de baixo peso. Além disso, não é raro acontecer, em seqüência, uma segunda gravidez indesejada na jovem mãe. Daí a importância adicional do pré-natal como fonte segura de orientação.

Viver ao mesmo tempo a própria adolescência, cuidar da gestação e, mais tarde, do bebê, não é tarefa fácil. E a vida torna-se ainda mais difícil para a adolescente grávida que estuda e trabalha. Igualmente, essa situação não difere com relação ao jovem adolescente que se torna pai: ele se vê envolvido na dupla tarefa de lidar com as transformações próprias da adolescência e as da paternidade, que requerem trabalho, estudo, educação do filho e cuidados com a esposa ou companheira.
- Orientação sexual e afetiva:

Os programas de educação sexual transmitidos pelas escolas vêm cumprindo papel fundamental, já que permitem o diálogo e a circulação de informações sobre a sexualidade. Os meios de comunicação e as campanhas publicitárias também têm abordado com freqüência esse assunto, particularmente visando a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e AIDS.
É função dos serviços de saúde implantar programas especiais à disposição dos jovens, para informá-los e cuidar deles, se necessário.
Os adolescentes não precisam sentir vergonha. Além de ser um direito, os profissionais de saúde têm prazer em recebê-los e, através dos serviços oferecidos, possibilitar-lhes informação a respeito dos vários métodos anticoncepcionais existentes. É bom lembrar que, desde a primeira relação, será necessário se proteger. Quem transa sem os cuidados devidos, pode engravidar.

(texto de campanha feito noPará). http://profared.wordpress.com/2008/07/06/sexo-precoce/


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Introduçao(desenvolvimento)


       INTRODUÇAO
A gravidez precoce implica vários ricos para mãe e para o bebê, pois a adolescência é um período de transformação física e emocional da adolescente, e com a gravidez a mãe vai ficando mais sensível, e ainda muita vez o pai do bebê não assume fazendo com que a mãe aborta o bebe, e pior ainda ilegaumem o que também pode fazer com que a mãe morra sem a higienização correta o deixar serias consequências. O que dificulta mais ainda é se a família não der apoia a adolescente porque se o pai não quer assumir a, família não do apoio, o que vai acontecer com adolescentes ou ela vai tirar o bebe ou pode viver na rua ou pode ate perder o bebe sem querer. Grávida sem condições para si próprio viver então imagina para cuidar da saúde do bebe na barriga fazer o pré-natal,se nem para isso ela tiver dinheiro para sustentar o bebe quando nascer para os tratamentos médicos quando for necessário.
Baseado em:
http://gballone.sites.uol.com.br/infantil/adolesc3.html
 

 


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Introdução


Instituição: Colégio Militar de Porto Alegre



Os perigos da Sociedade     contemporânea

Subtema: gravidez precoce
grupo: camilla godoi, gabriela costa, julia fratin, raquel carvalho, vitoria apllel, mariele.



                                

Introdução

O grupo escolheu o tema gravidez precoce, pois é um tema que cada vez mais se trata da realidade do dia a dia da sociedade, que tem varias pessoas que acham que isso não vai acontecer com elas, mas acabam tendo relações sexuais sem camisinha sem proteção, as consequências não só acaba ocorrendo à gravidez precoce, mas também doenças. A importância desse assunto na nossa sociedade é que cada vez mais adolescentes do sexo feminino estão engravidando cada vez mais cedo.Os objetivos que queremos atingir são que possamos conscientizar que ter relações sexuais sem camisinha o que pode ocasionar a gravidez precoce que é uma fase marcante na vida da mãe e das pessoas envolvidas.